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Como o roubo da minha bike me converteu ao estoicismo

Era uma quarta-feira ao meio-dia, troquei de roupa e estava pronto para ir na academia.

Desci as escadas de casa e admirei a bicicleta que meu pai havia comprado há exatos 15 dias.

Era a bicicleta mais linda que eu já vi.

  • Pneus aro 29. 
  • Amortecedor a prova de buracos negros. 
  • Banco mais confortável que sofás.

Subi na Ferrari ciclística e resumi minha jornada ao templo dos ferros.

Cheguei. Amarrei meu avião em um poste. E fui treinar.

Nesse dia, aprendi uma das maiores lições do crime.

Ladrões não fazem pausas para o almoço.

E também parece que bandidos não entendem uma molécula de moda.

Que tipo de imbecil usa boné laranja com tênis azul?

Lamentável.

Meu erro foi usar um cadeado da Colgate. Tinha a espessura de um fio dental. Foram 15 segundos – e o furto foi finalizado.

Morando em uma cidade tranquila e previamente pilotando uma bike parecida com a do Charles Chaplin, pensei que eu era imune a furtos.

Doce ilusão.

Neste momento, minha esperança atingiu o ápice.

Se você olhar com atenção, verá isso.

O velhinho com certeza possui habilidades de combate capazes de extinguir o bandido.

Um Jab de direita e minha bike será salva.

Outro adocicado delírio.

No estilo Homem Aranha, “quem disse que isso é problema meu”, o velhinho passa pelo bandido.

Eu não o culpo. Eu faria o mesmo.

Fico feliz que ele esteja bem (o velhinho).

Também fico grato por ele se vestir de forma mais apresentável do que idiotas ladrões de bike alaranjados.

Nos meus sonhos, aquele bandido saiu do ângulo da câmera e socou a fuça na traseira de um caminhão. Foi mordido por um cavalo. Atingido por um trovão.

No Brasil, eu sei que nunca mais vou ver minha bike.

Espero que ele cuide bem dela. Espero que ela proporcione momentos de felicidade inesquecíveis. Espero que ele possa sentir o vento no cabelo e o calor nos músculos que ela me fez sentir.

Esse é o pior momento.

O frio na barriga se mistura com o fogo no peito.

A vontade de correr para todos os lados resulta em paralisia.

  • Como contar ao meu pai? O primeiro homem que eu amei na vida.
  • Como contar ao meu irmão? O segundo homem que me amou na vida.
  • O que eu faço?

Há anos eu ficaria nervoso, triste e ressentido.

Hoje não mais.

Nada é bom ou ruim. Tudo são histórias que contamos a nós mesmos.

Existem dois eventos na vida:

  • Eventos que controlamos.
  • Eventos que não controlamos.

Furtos. Doenças. Crises. Nada disso está sob o nosso controle.

As únicas áreas que podemos controlar são nossos pensamentos e nossas ações. Ninguém pode tirar isso de você.

É preciso tranquilidade para aceitar o que não podemos mudar. Coragem para mudar o que podemos. E inteligência para saber a diferença entre os dois.

O ladrão roubou a minha bike. Mas seu veneno criminoso jamais será capaz de tingir a minha resposta a situação.

Se está difícil mudar mundo, comece mudando você.

  • As imagens do artigo saíram de uma câmera de um prédio próximo ao local onde o bandido furtou minha bike.
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Sobre o autor:

Matheus Ferreira é escritor, professor e o criador do Inteligência Muscular.

Ele acredita na construção de um corpo forte, definido e saudável sem anabolizantes.

E pensa que você vai achar que ele é importante por fingir que alguém está escrevendo essa bio (e não ele mesmo).

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